A minha marca neste mundo eu vou deixar
Porque a intensidade me faz viver no limite
Vivo tanto, que passo por noites procurando mais ar
Chego ao ponto de parecer ter sublimado
e ter medo do que falo
Parece que sou um conjunto de ideias e a cada era
uma se manifesta e a outra apenas olha
A vida tem sido avassaladora e em algumas vezes
me sinto presa neste corpo que me acompanha
e sofre também, e um quer se livrar do outro,
mas quando fazemos as pazes tudo fica belo,
novamente, até a chegada da próxima dor.
Nesta vida real e na vida projetada serei assim,
tenho pressa de chegar ao fim da linha e descobrir
o que há no fim. E de qualquer forma, poucos poderão
me interpretar, mas o filme ainda não terminou.
Um blog para falar de sentimentos, livros, pets, biologia, saúde, culinária, humor, música, moda, homens, e tudo que é bom! Porque sabendo viver tudo fica melhor!
sábado, 3 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
O buscador incessante na roda-gigante
O relacionamento amoroso é um ciclo incoerente. Ambos, os formadores do par nunca sentirão as mesmas intensidades de carinho, amor, saudades e admiração. E em certas faixas etárias, um ou os dois que aderiram ao relacionamento podem permanecer abertos para qualquer outra oportunidade que pareça conveniente. Não confie em ninguém, não aposte, não acredite, não mergulhe, não se assuste, pois raramente você será insubstituível, viva a vida e não se assuste quando tentarem te iludir com bocas abertas. As vezes você é apenas uma pecinha de um quebra-cabeça inteiro. Reveja seus valores, seu conhecimento e sua experiência de vida e não deixe nenhuma possível dor ser inoculada. Você é sua própria máquina completa. Continue agindo genuinamente, e se assustar, sente e leia mais um livro. O outro, é apenas o outro, por mais que seu calor seja agradável e relaxante, sua mente pode ser perigosa e pensante demais, e este pode te passar para trás sem qualquer pudor, mesmo uma vez deixando claro que isso não era justo (a afamada hipocrisia humana). Assim me deparo em um dos clássicos problemas-dilemas humanos, o de nunca estar satisfeito, e assim, a adaga se apronta para perfurar a entranha do outro, que na maioria das vezes não teve a oportunidade de se preparar ou fingiu que nada acontecia, mas o golpe vem sem dó nem piedade, na chuva ou no sol. E assim o buscador incessante retorna ao ciclo do enlace, desenlace, enlace, desenlace... E viva a roda-gigante! Nela há penduricalhos, desenhos e canções, etc, escolha se quer ciúme, saudade, tristeza ou flerte, brincadeira, lembrança. Quem muito quer nada tem, já dizia o velho ditado. Todavia ir com muita sede ao pote também pode lhe causar um afogamento, e agora José?
sábado, 22 de junho de 2013
Right! NOW! Ha ha ha ha ha
O punk foi um movimento musical que conseguiu abrir olhos do mundo, superar a força do rock e se infiltrar nos movimentos sociais. Incorporando a rebeldia primal do rock n' roll, um bando de garotos eternamente inconformados e com ideais revolucionários, conseguiu transformar os padrões de comportamento em todos os segmentos do mundo pop. O punk transformou o cenário musical, da moda e de comportamento. Ser punk sempre foi algo maior do que ser apenas mais um fã de qualquer outra facção do amplo universo da música pop. O punk rock foi, é e será um estilo de vida.
Sex Pistols: Anarchy In The U.K.
Right! NOW! Ha ha ha ha ha
I am an Antichrist
I am an anarchist
Don't know what I want but
I know how to get it
I wanna destroy the passer by 'cos I
I wanna be anarchy!
No dog's body
Anarchy for the U.K
It's coming sometime and maybe
I give a wrong time stop a traffic line
Your future dream is a shopping scheme 'cos I
I wanna be anarchy!
In the city
How many ways to get what you want
I use the best I use the rest
I use the enemy I use anarchy 'cos I
I wanna be anarchy!
The only way to be
Is this the MPLA
Or is this the UDA
Or is this the IRA
I thought it was the UK or just
Another country
Another council tenancy
I wanna be anarchy
And I wanna be anarchy
Oh what a name
I wanna be an anarchist
Get pissed! Destroy!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Estereótipo, tipo: estéril mente
No mundo dos apedeutas
o estereótipo é uma certeza
minha aparência burla sua consciência?
Sua consciência é reles
Veja, decodifique, conclua,
mas com cautela
O mundo já está repleto de conceitos
principalmente os pré
não se utilize das faces
nem das silhuetas para julgar
você pode estar sendo julgado.
Luciana Rebello
quarta-feira, 5 de junho de 2013
O início, o fim e o meio
- Eu que já andei pelos quatro cantos do mundo procurando, foi justamente num sonho que Ele me falou:
Às vezes você me pergunta
Por que é que eu sou tão calado,
Não falo de amor quase nada,
Nem fico sorrindo ao teu lado.
Você pensa em mim toda hora.
Me come, me cospe, me deixa.
Talvez você não entenda,
Mas hoje eu vou lhe mostrar.
Eu sou a luz das estrelas;
Eu sou a cor do luar;
Eu sou as coisas da vida;
Eu sou o medo de amar.
Eu sou o medo do fraco;
A força da imaginação;
O blefe do jogador;
Eu sou!... Eu fui!... Eu vou!...
Gita! Gita! Gita!
Gita! Gita!
Eu sou o seu sacrifício;
A placa de contra-mão;
O sangue no olhar do vampiro
E as juras de maldição.
Eu sou a vela que acende;
Eu sou a luz que se apaga;
Eu sou a beira do abismo;
Eu sou o tudo e o nada.
Por que você me pergunta?
Perguntas não vão lhe mostrar
Que eu sou feito da terra,
Do fogo, da água e do ar!
Você me tem todo dia,
Mas não sabe se é bom ou ruim.
Mas saiba que eu estou em você,
Mas você não está em mim.
Das telhas eu sou o telhado;
A pesca do pescador;
A letra "A" tem meu nome;
Dos sonhos eu sou o amor.
Eu sou a dona de casa
Nos pegue pagues do mundo;
Eu sou a mão do carrasco;
Sou raso, largo, profundo.
Gita! Gita! Gita!
Gita! Gita!
Eu sou a mosca da sopa
E o dente do tubarão;
Eu sou os olhos do cego
E a cegueira da visão.
Eu!
Mas eu sou o amargo da língua,
A mãe, o pai e o avô;
O filho que ainda não veio;
O início, o fim e o meio.
O início, o fim e o meio.
Eu sou o início,
O fim e o meio.
Eu sou o início
O fim e o meio.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Cabe a mim VIVER e não ser flagelada.
Não tenho coragem sequer de abrir a janela, sei que avistarei aquele céu alvo ou plúmbeo, este último um pouco ameno (...and the sky is gray...) e poderei regredir no meu tempo. Esperarei a noite como de costume, ver o céu sombrio para me realinhar e continuar a marcha que leva todos à morte. Sonho com ela, no dia em que me despirei deste corpo repleto de aflições e náuseas. Eu não conheci o sentido de viver e nem devo conhecer, e me questiono: o que devemos buscar nesta selva maligna, onde os botes predominam, e saímos como uma presa cheia de cicatrizes que por fim se vai através da morte lenta que começa bem antes do que
imaginamos. Os momentos ápices são breves, e não representam a constância do ciclo vital, onde o corpo já programado para receber dores e medos recebe muitos outros maus agouros recolhidos aleatoriamente, plantados por maldade ou até pela inocência ou repentinamente lançados contra o protoplasma, além do ódio alheio que não admite que eu informe ou desabafe meus limites e dores, e isto gera-me a dor mãe, e é também aquela de quem me provoca e lança o escárnio. Minha força tem me surpreendido eventualmente, mas em contra ponto a fraqueza de ter recebido quebra de alianças das mais simplórias e virtuais até daquelas já consolidadas anteriormente me cansa. Eu sou portadora de personalidade direta e lutadora de minhas ideologias, mas os pseudo inimigos conhecem as minhas feridas, enquanto outros pensam que sou um brinquedo, como uma boneca que é permitido pichar, rabiscar e despir e esquecer em uma gaveta antiga talvez por pena de jogá-la fora. Não quero ser vítima de um mastigophoro humano com seus chicotes morais, e eu não preciso ser portadora de um flagelo estigmatizante, não cabe a mim. Perdi o medo de lhes trepanar. Cabe a mim o título deste blog: VIVER.
terça-feira, 21 de maio de 2013
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